quinta-feira, 23 de abril de 2009

Reciclar é a moda

Moda e reciclagem promovem inclusão social em favela de S. Paulo

Por Ciça Vallerio

São Paulo, 23 (AE) - Localizada na Favela de Paraisópolis, zona sul de São Paulo, a ONG Florescer fica numa área onde predominam ruelas estreitas, sem placas. Ali está a segunda maior comunidade carente de São Paulo, com cerca de 85 mil habitantes. Só perde para Heliópolis, na mesma região, cuja população é de 120 mil.

Em junho, a Florescer comemora 19 anos de existência. O projeto nasceu na cidade de São Manuel, interior paulista, pelas mãos de Nadia R. Bacchi - mãe da modelo e atriz Karina Bacchi -, mas se firmou mesmo na capital. Como madrinha da ONG, a filha Karina divulga o trabalho que hoje se tornou a principal fonte de renda da entidade, o Recicla Jeans. O projeto confecciona roupas femininas a partir da reciclagem de jeans usados e descartados, de resíduos têxteis, como retalhos e peças não aprovadas pelo controle de qualidade.

Vinte costureiras moradoras de Paraisópolis são as responsáveis pela confecção das peças, que são vendidas no Shopping D, zona norte, e agora também no espaço do badalado cabeleireiro Mauro Freire, nos Jardins. Ambas as vendas são formas de apoio e reconhecimento aos anos de atuação da ONG (www.ongflorescer.com.br), que já conquistou prêmios como o Quality International e Revelação Nacional.

A criação de casacos, vestidos, sacolas, bolsas, pufes, broches na forma de flor, brindes para empresas e muitos outros acessórios ficam por conta da própria Nadia, que já foi dona de uma marca de moda feminina. A partir da experiência no mundo da moda, percebeu como esse ramo seria uma boa saída para alavancar fundos para a instituição.

USO DO JEANS

"Para arrecadar dinheiro sem precisar passar o chapéu a todo momento, decidi apostar na moda", lembra Nadia, que hoje está com 61 anos e é formada em Biologia. "Foi quando me dei conta de como esse projeto era amplo, uma vez que gera emprego e renda para mulheres da comunidade e também tem uma preocupação ecológica, trabalhando com reciclagem. Pensei no jeans por ser usado no mundo todo, e também por ser resistente e ter longa vida."

Mas não é porque as peças são fabricadas por uma ONG que os preços são populares. Variam de R$ 120,00 (uma bolsa) a R$ 260,00 (uma jaqueta com patchwork). Há até vestido de noiva bem fashion, confeccionado com retalhos, bordados e apliques, que pode chegar a R$ 6 mil.

Outra parceira do projeto Recicla Jeans é a Restaura Jeans, empresa que também oferece serviços de conserto e customização. Na ONG, é a responsável pela lavagem das peças produzidas. Apesar de apoios importantes, a Florescer vive correndo atrás de patrocinadores. A única empresa que mantinha doações fixas acabou de suspender o suporte que dava, alegando problemas financeiros decorrentes da crise econômica atual.

Os valores arrecadados com a venda das peças e com os eventos que a ONG promove durante o ano - entre os quais, a Festa Junina no Jóquei, que reúne famosos para dançar quadrilha - não cobrem os gastos fixos e os serviços oferecidos aos moradores de Paraisópolis. Além das duas oficinas de costura, a ONG oferece cursos e oficinas para 800 crianças e jovens de baixa renda, entre 7 e 16 anos. Eles têm aulas de reforço escolar, inglês, teatro, música e computação.

"Se não fosse a colaboração da família, seria muito difícil", confessa a fundadora Nadia. Esse trabalho é sua grande missão e representa também alguma esperança para os moradores da favela, considerada este ano a "primeira" na capital em quantidade de drogas apreendidas, perdendo apenas para a de Heliópolis.

Alimentos orgânicos, mais caros, mais saudáveis

Qui, 23 Abr

Por Andréa Licht, da Revista Sustenta

Cabras passeiam soltas; meia dúzia de galinhas cisca grãos de milho com seus pintinhos; um casal de porcos chafurda na lama do chiqueiro; a vaca está ali, meio paradona, ruminando um mato qualquer. Para completar, não muito longe, avistam-se pés de alface e agrião, tomateiros, bananeiras, mangueiras e videiras. O solo parece fofo e vivo. Nele, crescem também cebolas e batatas. Um pouco mais distante, há uma pequena reserva de mata virgem.

Em outra cena barulhenta, um avião monomotor acaba de dar um rasante ensurdecedor. No rastro dele, uma nuvem de fumaça - agrotóxico, que é pulverizado sobre a plantação de soja. A extensão de terra é descomunal. Soja, soja e mais soja. Vida? Cadê, quem viu? O solo parece morto. Sobrevive às custas de muito fertilizante químico.

Você pode escolher: quer comer o quê? O tomate de onde tem a vaca malhada ou a soja sem bicho nenhum? Por razões ambientais e de saúde, talvez o tomate, não? Na prática, porém, conseguir comprar um tomate desses significa que você é um privilegiado. Isso porque ele é cultivado segundo os princípios da agricultura orgânica. E os orgânicos, por enquanto, são acessíveis somente a uma pequeníssima parcela da população brasileira. O número de produtores é significativo: mais de 15 mil projetos de agricultura orgânica estão registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Em área cultivada, no entanto, equivalem a 800 mil hectares, ou a menos de 1% das terras usadas para a agropecuária no país. Mais: estima-se que apenas 15% do que é produzido seja consumido internamente - os maiores compradores dos produtos orgânicos nacionais são os europeus e norte-americanos. No ranking mundial, o Brasil figura entre os seis maiores produtores de orgânicos. Segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), movimentamos 250 milhões de doláres ao ano nesse setor. O número ainda é pequeno diante do tamanho do mercado global, que chega a 30 bilhões de dólares, mas nosso potencial de crescimento anual médio está estimado em 25%.

Recompensa maior
A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), por exemplo, há cinco anos incentiva a participação de 64 empresas da área em mercados internacionais com o projeto Organics Brasil. Em 2005, as exportações via Apex totalizaram 9,5 milhões de dólares. Este ano, somente no primeiro semestre, elas chegaram a 29 milhões de dólares - soja, açúcar, café, frutas tropicais e pescados estão entre os itens comercializados.

Por que a maior parte da produção vai para fora? "Não me parece uma questão patriótica ou ideológica", diz Carlos Armênio Khatounian, professor da Escola Superior de Agronomia Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (ESALQ - USP). "A produção orgânica requer maior conhecimento do produtor, mais atenção e dedicação. E a recompensa vem na comercialização." Ou seja, vender para fora, onde o hábito de consumir orgânicos está disseminado, vale mais a pena. Além disso, segundo o professor, para comercializar num supermercado ou feira o produtor tem que estar geograficamente próximo dos centros urbanos.

É verdade. Orgânico dá mais trabalho do que a agricultura convencional. Sem usar galões de agrotóxico, é preciso estudar, planejar e criar um esquema de proteção natural para a plantação. E a distribuição dos produtos ainda é um problema. Esses pontos explicam por que o preço dos orgânicos dói no bolso. Mas há outros: um deles - e o mais clássico - é a lei da oferta e da procura. E, nesse caso, a oferta é menor. Além disso, de acordo com Khatounian, os supermercados entendem que os orgânicos são direcionados para quem tem renda maior, ao passo que os industrializados são populares.

Nos supermercados das grandes cidades o alimento livre de agrotóxico pode custar de 20% a 300% mais caro que um item comum. Nas feiras orgânicas, como a venda é direta para o consumidor, os produtos são, em geral, 10% mais caros - exceção para frutas, verduras e legumes de baixa adaptabilidade ao nosso clima, como o tomate, a batata e a uva itália, que atingem um índice maior.

Modelos de produção
As práticas orgânicas são sabidamente mais saudáveis - tanto para o homem como para o planeta - e, em geral, são exercidas em pequenas propriedades. "O alimento orgânico é produzido dentro de uma concepção de agricultura diversificada, integrada e auto-sustentada", ensina João Carlos Ávila, consultor da Associação Brasileira de Agricultura Biodinâmica (ABD), em Botucatu (SP). "Uma fazenda ideal é composta de várias atividades, como horticultura, suinocultura e floresta." Segundo ele, nesse ambiente cada atividade se integra com as outras, havendo assim compra mínima de insumos externos. Aproveitam-se os restos de colheita, dejetos animais, farinha de osso, resíduos de matadouro, que são transformados em adubo orgânico depois de passar por um processo de compostagem. Ou seja, o orgânico é fruto da agricultura que existe em harmonia com as leis da natureza, onde se respeitam a biodiversidade local, a rotação de culturas e as estações do ano.

"A produção orgânica reflete a situação da agricultura no país, constituída na sua maioria por pequenos produtores familiares. Ela se encaixa melhor em propriedades menores, mas também é viável em grandes extensões de terra com até milhares de hectares", diz o professor Carlos Khatounian.

Prova do que o especialista revela é a empresa nacional Native, maior exportadora de açúcar orgânico do mundo. Criada em 1997, ela responde por 60% da produção mundial de açúcar orgânico. A usina São Francisco, dona da marca do interior paulista, processa 1,2 milhão de toneladas de cana por ano e possui 7.854 hectares de cana orgânica certificada. A empresa vende para fora cerca de 90% de sua produção.

Outro exemplo vem de Sentinela do Sul (RS), onde o agrônomo João Volkmann cultiva arroz de forma biodinâmica em 140 hectares. Na variedade agulhinha, Volkmann consegue um rendimento de 8 toneladas por hectare, ao passo que a agricultura convencional fica em 6 toneladas. O segredo? "Uma fazenda deve ser composta com diversidade, mimetizando a natureza", diz. Ele integra a cultura e a pecuária. O arroz é plantado em outubro, em solo inundado, e colhido em março. Durante o inverno, as 350 cabeças de gado descem a montanha para comer e fertilizar o solo novamente.

Esses dois casos nos levam a duas perguntas: aquele cenário bonitinho e bucólico do início do texto vai acabar? A outra é: por que simplesmente não se produz tudo de maneira orgânica? Bem, para a primeira questão a resposta é não. Não vai acabar, mas pode perder espaço para as grandes propriedades. Isso porque, se o consumo aumentar, a capacidade de produzir também terá que crescer - e uma produção local sempre será pequena. Isto é: acostume-se com as grandes empresas que comercializam orgânicos processados. A resposta à segunda pergunta é mais complexa. "A produção orgânica vai crescer muito e a convencional não sobreviverá por conta da dependência do petróleo, da falta d'água e da contaminação de toda a cadeia", prevê Adilson Dias Paschoal, professor da ESALQ. Seu colega, Carlos Khatounian, diz: "À medida que a agricultura orgânica ganha espaço, força a convencional a se tornar ambientalmente melhor. No futuro, não haverá apenas orgânicos, mas a produção agrícola avançará para sistemas mais benéficos." A natureza e a nossa saúde agradecem. (Colaboraram Bruno Weis e Wagner Silva)

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Óleo de fritura vira combustível para barcos de pesca

Óleo de fritura vira combustível para barcos de pesca
Convênio entre Unisul e Pró-Crep prevê produção de biodiesel a partir de resíduos domésticos e comerciais para barcos de pesca na Pinheira
Vilão entre os poluentes das águas, um litro de óleo de cozinha descartado na natureza pode contaminar 1 milhão de litros de água. Por outro lado, pode também ser transformado em combustível. O biodiesel proveniente do reaproveitamento do óleo de cozinha utilizado na Baixada do Maciambu, por exemplo, pode abastecer a frota de barcos da região e melhorar a vida dos pescadores da praia da Pinheira, além de contribuir de forma decisiva para a melhoria das condições ambientais.
Com supervisão da professora Elisa Helena Siegel Moecke, da Unisul, o projeto já está sendo implantado no Centro de Triagem de Lixo Sólido da Pinheira, coordenado pela Pró-Crep e com recursos do CNPq. Neste momento, a Pró-Crep busca recursos para reformar parte do prédio para abrigar as instalações dos equipamentos que vão transformar óleo de cozinha em biodiesel. Até novembro, os pescadores devem começar a receber o produto. Gratuitamente.
“O diesel é o principal custo dos pescadores artesanais da região”, justifica Christiane Severo, mestre em Desenvolvimento Rural pela Ufrgs e uma das idealizadoras do projeto. Segundo ela, o objetivo é melhorar a renda dos pescadores artesanais e dar um destino ecologicamente correto para o óleo descartado. “As pessoas nem sempre sabem o que fazer com ele”, explica. “A educação ambiental deve ser contínua e a Pró-Crep se propõe a contribuir com ela durante todo este processo”, comenta Hélia Alice dos Santos, da Pró-Crep. "É importante a participação de toda a comunidade para que o projeto tenha sucesso".
Um dos envolvidos no projeto é Rafael Feller, estudante de Engenharia Ambiental da Unisul. Segundo ele, não será necessária nenhuma modificação nos motores dos barcos. “O diesel e o biodiesel podem se misturar em qualquer proporção”, diz. Mas o biodiesel tem inúmeras vantagens sobre o diesel tradicional, proveniente do petróleo: “A quantidade de enxofre lançada na atmosfera é 98% menor, assim como é muito menor a quantidade de fuligem e de gases causadores do efeito estufa jogados na natureza. Além disso, o biodiesel é biodegradável”. Todos os restaurantes que colaborarem com o trabalho vão receber um selo de identificação e os postos de coleta (veja abaixo) serão sinalizados com um banner para que as pessoas saibam onde depositar seus restos de óleo. Mas, atenção: o óleo não pode ser misturado com água. Também não é utilizado no processo nenhum tipo de gordura animal (banha ou manteiga) ou vegetal (margarina, gordura vegetal hidrogenada). E outra coisa: você não precisa coar o óleo antes de destiná-lo para a reciclagem. “Ele pode conter depósitos de farinha ou de restos de alimento porque na usina ele vai passar por dois processos de filtragem”, esclarece Rafael. Serão aceitos óleo de canola, de milho, de girassol, de soja. Você sabia? - O óleo de cozinha que você usa todos os dias para fritar alimentos pode ser usado como combustível. - Um litro de óleo é capaz de contaminar um milhão de litros d’água. - A presença do óleo de cozinha nos esgotos causa mau cheiro, atrai insetos e ratos, dificulta o tratamento do esgoto e ainda pode provocar entupimento das redes. - A melhor forma de descartar o óleo de cozinha é entregar nos postos de coleta do projeto. Nunca despeje no ralo da pia ou na terra. - Lembre-se: 97,5% da água do planeta Terra é salgada (mares e oceanos), 2,4% é doce, mas se encontra em geleiras, regiões subterrâneas de difícil acesso e apenas 0,007% é doce e se encontra em lagos e rios de fácil acesso. Saiba o que fazer com o óleo de cozinha usado e como participar do projeto: 1 - Espere o óleo esfriar, coloque-o num recipiente de refrigerante do tipo pet de 2 litros e tampe-o. 2 – Limpe cuidadosamente o recipiente por fora para não haver a contaminação de outros recipientes, como bolsas. 3 – Entregue seu recipiente com óleo usado nos pontos de coleta, localizados nos supermercados Santos e Pinheirão, na Pinheira, no Centro de Triagem de Lixo Sólido da Pinheira, no supermercado Sidnén da Praia do Sonho, no supermercado Vera Lúcia da Guarda do Embaú e na Unisul Ponte do Imaruim. O que é biodiesel? Biodiesel é um combustível derivado de fontes renováveis que pode ser usado em motores diesel em vez do diesel derivado de petróleo. Pelo processo de transesterificação dos triglicerídeos dos óleos vegetais, cria-se um combustível biodegradável de queima limpa. Neste processo, o óleo é fervido para que a água contida nele se evapore. Depois, ele é filtrado e resfriado para então ser misturado a um catalisador e ao reagente. Depois disso, ele decanta para ser separado do glicerol, que também pode ser utilizado pela indústria de cosméticos. Todo efluente gerado será tratado através de decantação e zona de raízes. Mais informações: Christiane: 8431-2738 Rafael: 9957-9804 Thiago: 9944-1260 http://procrep.blogspot.com/

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Aquecedor ecológico


Aquecedor ecológico é construído com 1,8 mil garrafas pet
Equipamento foi instalado em alojamento do Exército no Paraná.Consumo de energia elétrica pode ser reduzido em mais de 1,5 mil kW.
Do G1, em São Paulo

Aquecedor ecológico foi construído com 1,8 mil garrafas pet e 1,5 mil embalagens longa vida Um aquecedor ecológico construído com 3,3 mil embalagens - 1,8 mil garrafas PET e 1,5 mil embalagens longa vida – entrou em atividade segunda-feira (21/7), em Palmas, no Paraná. O equipamento, construído sob a coordenação da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, foi instalado no alojamento da 15ª Companhia de Engenharia de Combate do Exército Brasileiro, ocupado por 50 soldados.
Juntas, as 1,8 mil garrafas utilizadas na montagem do aquecedor paranaense representam o reaproveitamento de cerca de 100 quilos de plástico. "É o maior aquecedor solar já feito no país, ultrapassando Santa Catarina que possui um com 1,7 mil garrafas", afirmou o secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Rasca Rodrigues, à Agência Estadual de Notícias. O sistema é o mesmo dos aquecedores solares produzidos industrialmente. A diferença está no material utilizado para montar o painel que aquece a água - garrafas PET, embalagens longa-vida e alguns metros de canos de PVC. A construção começa com o recorte das garrafas e das caixas que irão formar o painel. "O próximo passo é pintar de preto os canos e as embalagens longa vida que irão absorver energia solar e a transformar em calor", explicou o técnico da secretaria que coordenou a montagem, José Dionir ‘Zeco’ Paz. As garrafas envolvem os canos por onde passa a água e mantêm o calor através de efeito estufa. "A água sai da caixa d’água em temperatura ambiente, passa pelo sistema, eleva a sua temperatura e volta para a caixa", explicou Zeco. Após seis horas, em média, nesse ciclo constante a água pode chegar a uma temperatura de até 38 graus no inverno ou mais de 50 graus no verão.
O uso de um aquecedor deste porte também pode reduzir em mais de 1,5 mil quilowatts (kW) o consumo de energia elétrica. "Construímos um aquecedor com mil garrafas que já comprovou esta economia, resultando em R$ 200 a mais no final do mês para a entidade beneficente onde foi instalado", disse o catarinense José Alcino Alano, criador do sistema de aquecimento.

Plástico reciclado no lugar da madeira

Veja como uma indústria no Rio Grande do Sul recicla plástico para ser utilizado em construções.



http://br.youtube.com/watch?v=dibC9M-AFr8

Edredom de garrafa pet

Gaúchos criam edredom feito com pet.
http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL706145-5598,00-ARTESAS+DE+PORTO+ALEGRE+TRANSFORMAM+GARRAFAS+PET+EM+EDREDONS.html

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Litros de luz

Olhem como dá para iluminar um ambiente utilizando garrafas pet.



http://br.youtube.com/watch?v=8SsGjjMEEDw